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Muitos sabem que sou fã do Camiseteria.

No entanto, sinto um lentidão quando navego pelo estoque. Resolvi deixá-lo mais rápido.

Surge o CamiseteriaStock! \o/

Camiseteria Stock

Enxuguei a ideia e deixei o essencial para essa primeira versão.

O projeto foi feito em Ruby usando Sinatra e Nokogiri e está hospedado no Heroku.

O que achou? Sugira algo. :)

PS: se você comprar uma camisa, eu ganho pontos. ;D

O Xvfb, X virtual framebuffer, é um servidor X capaz de rodar em máquinas sem hardware para display.

Ele guarda tudo na memória virtual.

Estamos usando o Xvfb em alguns servidores de Integração Contínua (usamos o Hudson) na Intelie juntamente com o Selenium.

Na inicialização da máquina, criamos um X virtual com o Xvfb e, antes de executar os testes de interface, dizemos qual Display usar.

Como Instalar o Xvfb no Ubuntu

Digite: aptitude install xvfb. Sim, só isso. :)

Como Criar um X Virtual com o Xvfb

Digite: Xvfb :1 -ac.

Dessa forma, ele irá escutar conexões no Display “:1″.

O parâmetro -ac serve para remover restrições de acesso. Acho que na época, tive problemas de permissão e o coloquei. De qualquer forma, é possível configurar quem tem acesso a um determinado display.

Dica: coloque para criar um X na inicialização da máquina.

Como Configurar Qual Display Usar Antes dos Testes

Exporte a variável display com: export DISPLAY=:1.

Mande executar seus testes e seja feliz. Ou não. /o/

Como Tirar Screenshots no X Virtual

Instale o Imagemagick (apt-get install imagemagick).

Digite: import -window root maoe.png.

Com o -window root, você irá tirar uma screenshot de toda a tela.

Ela será salva no maoe.png.

Pra abrir, aí você se vira. ;)

Pô, mostraí uma fotinha

Beleza:
Screenshot tirada com o Xvfb
Foto do Jordan Sissel

Para maiores informações…

Leia o manual. :)

Post original em DojoRio.org.

Step In é um encontro para aprender com software livre.

Objetivo

  • entender como funciona um determinado software livre (ou parte dele, alguma funcionalidade);
  • refatorar algo do mesmo (secundário, opcional).

Requisitos

  • 1 piloto que tenha um bom conhecimento da linguagem usada no projeto, ferramentas de debugging e do projeto escolhido (esse último é opcional, mas ajuda).
  • 1 desktop/notebook;
  • 1 projetor (pra clonar a tela do computador);
  • 1 quadro-branco (opcional, mas ajuda na hora da explicação);

Como Funciona

Primeiro escolhe-se o projeto que será explorado. Pode ser um plugin, ferramenta, framework ou linguagem de programação. Qualquer tipo de software.

O piloto deve (obviamente) baixar o código do projeto.

Logo depois começa a explicá-lo passo-a-passo, tirando eventuais dúvidas da platéia. É uma boa executar código ao longo do processo para exemplificar o que está sendo analisado.

Para explicar, pode-se usar o quadro-branco, executar algum código que use a funcionalidade, debuggar o mesmo, usar analogias ou o que for conveniente.

Caso o piloto não saiba explicar alguma coisa, lembre-o que a documentação e o Google são seus amigos. Nada impede que alguém da platéia explique alguma coisa.

Pode ser interessante refatorar algo que não esteja bom, adicionar alguma funcionalidade que seja de rápida implementação ou consertar alguma falha de segurança. O piloto faria a mudança e checaria se os testes atuomatizados continuam passando ou criaria novos testes se necessário. Caso alguém da platéia tenha tido a ideia, pode assumir como piloto e o antigo piloto se torna co-piloto até a finalização da refatoração.

No fim do Step In, o piloto deve fazer uma review rápida do que foi aprendido. Também seria interessante que a review seja postada em algum blog.

O Que As Pessoas Podem Aprender

As pessoas podem aprender tanto funcionalidades da linguagem, conceitos usados e sobre as escolhas e estratégias do desenvolvedor da ferramenta.

De Onde Surgiu a Ideia

Outro dia eu estava olhando como funciona o roteamento de URL do Sinatra para ver como os blocos são executados.

Poucos dias depois, notei que seria interessante usar a estratégia deles num dos projetos que estou trabalhando.

Na palestra do Caike Souza no DevInRio, ele perguntou quem fazia Code Review dos projetos de suas empresas. A maioria não fazia.

Imaginei que não abrissem o código de projetos open-source mesmo dos que estivessem usando.

Minha cabeça explodiu.

De Onde Surgiu o Nome

O nome foi sugerido pelo camarada Henrique Bastos pós DevInRio.

O Que Estão Esperando?

Nos próximos open-spaces e palestras em eventos boladões, quero ver Step Ins em vários projetos!

O Que Acharam da Ideia e do Processo?

Sugestões são mais do que bem vindas. :-)

O cdto é um aplicativo que coloca um botão no Finder do Mac OS e que, ao ser clicado, abre o Terminal e dá cd no diretório aberto no Finder.

Como instalar o cdto

  • Baixe-o e descompacte-o;
  • Abra a pasta com o instalador correspondente à versão do seu Mac OS;
  • Arraste o aplicativo cdto para a pasta de Aplicativos do Mac OS;
  • Arraste o cdto da pasta Aplicativos para a barra de ferramentas de um Finder;
  • Pronto.

Como usar o cdto

  • Clique no ícone do cdto em uma janela do Finder;
  • Seja feliz.

O Homebrew é um gerenciador de pacotes para Mac OS muito melhor que o Mac Ports.

Melhor porque seus pacotes estão sempre atualizados. Os do MacPorts demoram séculos pra serem atualizados.

Ele é baseado em fórmulas.

Fórmulas são scripts Ruby com instruções sobre como baixar e compilar determinado pacote.

Onde os Pacotes são Instalados

Os pacotes normalmente são instalados em /usr/local/Cellar.

Logo depois são criados links simbólicos dos seus prefixos para os binários.

Como Instalar o Homebrew

  1. Instale o XCode, caso não o tenha feito ainda;
  2. Digite no Terminal: ruby -e “$(curl -fsS http://gist.github.com/raw/323731/install_homebrew.rb)”

Como Pegar pela Primeira Vez a Lista de Fórmulas do Homebrew e Atualizá-la

  1. Se não tiver o git ainda, instale-o e sinta vergonha de não ter feito isso antes;
  2. Digite brew update. Só isso.

Na primeira vez, ele baixará as fórmulas disponíveis.

Nas outra vezes, ele te mostrará os novos pacotes, os atualizados e os removidos.

Como Listar as Fórmulas Disponíveis

Basta digitar: brew search.

Exemplo de Instalação de um Pacote

Se quiser instalar o wget, basta fazer o seguinte: brew install wget.

A partir da fórmula do wget, o Homebrew:

  • instalará a libidn se passar –enable-iri como parâmetro;
  • baixará o código do wget da URL definida;
  • verificará a Hash MD5;
  • compilará;
  • instalará;
  • criará um link simbólico de wget pro binário.

Veja ao vivo:

Onde está Disponível a Lista de Comandos

Além do man brew, tem uma página na wiki do projeto.

Como se Cria Fórmulas e Como se Envia para o Autor

Acesse a página Formula Cookbook na wiki.

Lá tem tudo detalhado.

Curtiu? Espalhe!

Obrigado pela dica, sr. Jorge Falcon.

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