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No dia 15 de maio de 2010 ocorreu o NoSQL Brasil, o 1º encontro sobre bancos de dados não relacionais no Brasil, organizado pelo Alexandre Porcelli em São Paulo.

Desenvolvedores no NoSQL Brasil

Desenvolvedores no NoSQLBrasil. Créditos: Henrique Bastos

Quem foi no NoSQL Brasil

Mais de 200 desenvolvedores compareceram para mostrar ao mundo que bancos de dados não são só SQL.

Assim como existem linguagens de programação que facilitam o desenvolvimento de determinada aplicação, existem bancos de dados (leia: SGBDs) que se encaixam melhor em um projeto.

NoSQL é sobre escolha.

Como estava a organização

Sensacional!

Porcelli teve ajuda de sua família e amigos.

Afinal, um evento que ia ter 40 pessoas tomando cerveja e conversando sobre NoSQL teve 200 pessoas e aconteceu num dia inteiro no Hotel Park Suites ITC na Vila Olímpia.

Os coffee breaks estavam muito bons em especial os pães de queijo. ;)

Quais foram as palestras

  • SQL anti patterns and NoSQL alternatives (Gleicon Moraes)

    Gleicon mostrou que você deve abrir a cabeça para a desnormalização.

    Uma apresentação recheada de exemplos do que você não deve fazer em bancos de dados relacionais e quais são algumas das opções para soluções racionais e elegantes.

  • Performance e simplicidade com Chave/Valor utilizando Redis (Luiz Fernando Teston)

    Redis é um banco de dados chave-valor rápido que guarda os dados na memória e persiste no disco de tempos em tempos.

    Me pareceu interessante para aplicações simples.

  • O papel do REST no Neo4J e CouchDB, um comparativo (Guilherme Silveira)

    Guilherme falou que devemos:

    • sempre desenvolver em camadas
    • evitar bater no banco de dados, devemos cachear tanto no client como no servidor. No máximo devemos ver se a informação cacheada é atual.
    • ter servidores stateless – não guardar dados de aplicação nos mesmos. Por exemplo: guardar dados de sessões de usuário no memcached.
    • aproveitar mais os cabeçalhos do HTTP como o de links
    • usar ETags para checar versões de dados.
  • Introdução ao MongoDB – direto da fonte! (Alberto Lerner)

    Alberto foi engenheiro do BigTable no Google e agora está começando na 10gen, empresa que criou o MongoDB.

    Ele deu uma introdução bem legal sobre o Mongo e como é possível escalá-lo.

  • Tio: um NoSQL made in Brasil (Rodrigo Strauss)

    Rodrigo apresentou seu projeto chamado Tio, um servidor de containers focado em publish/subscribe.

    Você pode criar servidores só mexendo no código do client.

    É possível criar um message Broker, servidor de fila e várias outras coisas.

  • Nas Nuvens com KVM, JBoss REST-Easy e InfiniSpan (Edgar Silva e Samuel Tauil)

    Os palestrantes falaram sobre mapeamento de verbos de serviços na web usando URIs (exemplo: /voos/atrasados/gru) e como usar usar Inifinispan como cache distribuído através de uma interface REST com o RESTEasy.

  • Divide et impera – Processamento massivo com Hadoop, Pig e HBase (Vinicius Carvalho)

    Vinicius falou que anda testando o Hadoop usando Pig na Amazon.

    Ele envia os dados pra Amazon S3 e executa o script Pig semanalmente com a Amazon Elastic MapReduce.

    Ele também disse que provavelmente não usaria Hadoop se não fosse pelas facilidades da Amazon.

    Hadoop é bem chato de instalar.

  • Estudo de caso: avaliando o Apache Cassandra como cache distribuído (Julio Viegas)

    Julio falou sobre como estão usando Cassandra como cache na SPC Brasil.

    Antes eram usados Ehcache e RMI.

    Sua equipe pesquisou o:

    • memcached – não usaram porque o failover era “manual”
    • Redis – não usaram porque tiveram problemas com chaves e memória. Isso os limitava.
    • Voldemort – não usaram porque tinha uma comunidade pequena

    Resolveram usar o Cassandra porque:

    • tem um bocado de gente grande que usa. Tipo o Digg, Rackspace e Twitter.
    • é tolerante à falhas
    • escala horizontalmente
    • é bem rápido

    Um ponto negativo (não é possível ter tudo num sistema distribuído) é que ele não é sempre consistente.

    Se ele buscar um certo dado em determinadas máquinas e não achar o que tem o timestamp mais recente, ele pode retornar uma versão antiga.

    Isso é difícil de acontecer, mas é possível definir quantas máquinas ele vai consultar.

    Quanto mais máquinas você buscar a informação, mais lenta fica a resposta, porém você ganha em consistência.

    Cassandra

    Cassandra é uma delicinha…

O que não foi legal

Porcelli fez de tudo pra acontecer o evento, logo teve que cortar algumas coisas.

Não tivemos acesso à interwebs.

Eu gostaria de ter testado os SGBDs enquanto os caras palestravam, mas não deu.

Fica como dever de casa. :)

Valeu a pena?

Claro, conteúdo e pessoal nota 10!

#HoraExtra sensacional no bar da esquina depois do evento com um monte de gente!

Mais uma coisa

Porcelli pagou boa parte do próprio bolso.

Mais de R$1000,00 em doações foram feitas durante o evento, mas não conseguimos tirá-lo do vermelho.

Participe da Vakinha para ajudar nosso amigo. ;)

Você curte bancos de dados não relacionais? Quais? Quer ver algum tutorial ou artigo sobre eles aqui no blog? Acha que é viagem?

Aloha, senhores, maior saudade de vocês! :}

Como meu projeto final da faculdade envolverá WebSockets, resolvi aprender fazendo um chatzinho com Node.Js e Sinatra. Talvez eu faça algo mais elaborado e escreva as experiências aqui no blog.

Achei legal essa parada de WebSockets e resolvi explorar outros recursos do HTML5 que são bem legais.

Selecionei uns sites pra compartilhar. Dêem uma olhada com carinho:

  1. Dive Into HTML5 ~ esse site bem ilustrado do Mark Pilgrim será publicado em formato de livro pela O’Reilly e tem um conteúdo bem legal
  2. HTML5 and The Future of the Web ~ artigo interessante da Smashing Magazine sobre as peculiaridades e onde é possível usar HTML5
  3. HTML5 presentation ~ slides interativos (feitos em HTML5) que mostram as funcionalidades do mesmo
  4. HTML5 Demos and Examples ~ algumas demos de aplicações feitas com HTML5
  5. HTML5 Tag Reference ~ referência feita pelo w3schools.com
  6. W3C HTML5 Specification ~ especificação oficial do HTML5 que está sendo escrita
  7. HTML5 MDC ~ mostra que recursos são suportados pela engine da Mozilla (Gecko)
  8. HTML5 Readiness ~ legal, mas não muito prático para ver quais navegadores suportam que recursos do HTML5
  9. The HTML5 Test ~ veja quais funcionalidades seu navegador atual suporta
  10. Canvas Demos ~ demos legais mostrando o que é possível fazer com Canvas
  11. Bônus: Canvas Tutorial ~ tutorial legal sobre Canvas escrito pelo pessoal da Mozilla

Tem alguma ideia legal que dá pra fazer com HTML5? Já usou sáparada? Onde? Acha que esse bagulho é doido? Conhece algum site legal sobre o assunto?

Compartilhe com a gente nos comentários! :D

Nos dias 20 e 21 de março, aconteceu o maior e mais fodástico evento de hacking do Brasil, o Yahoo! Hack Day.

Yahoo Hack Day - dia 1
Yahoo! Open Hack Day 2010 – Dia 1 por Crisfra.

O objetivo era construir aplicações em 24 horas com as APIs e ferramentas do Yahoo!.

Onde foi o Yahoo! Hack Day

No Senac de São Paulo, um lugar bem grande e aconchegante.

Teve:

  • comida (boa) de graça
  • banheiros (err, sem chuveiros)
  • vários puffes
  • brindes (camisa do Hack Day, bolsa e outras coisas)
  • wifi 0800 pela Xirrus e Cennatech
  • Tech Talks
  • ajuda do pessoal do Yahoo (todos gente fina e super fodas)
  • prêmios para os vencedores – iPod Touches, mochilas e outras coisas
  • vários nerds gente boa pra trocar ideias
  • videogames, totó e hockey de mesa pra descontrair

Hockey de mesa no Yahoo hack Day
Hockey de mesa no Yahoo! Hack Day by Hélio

Como foram os projetos

Teve vários legais e alguns bem engraçados.

O que eu achei mais legal (e que ganhou) foi o F1 Stats, uma aplicação bem legal pra visualizar os resultados da Fórmula 1.

O Slide Meme da amiga Bani J. e Chester foi bem interessante. É um bookmarklet pra converter os slides do Slideshare em gif e enviar para o Yahoo! Meme.

Bani e Chester
Bani e Chester

O projeto do meu grupo foi ideia do Lucas Amorim, o Espertim, que busca os tweets mais relevantes em um evento. Ele está disponível no Github.

Eu, Lucas, Otávio e Hélio
Eu, Lucas, Otávio e Hélio

Fiz um projetinho no último dia, o Trending Pics, meu objetivo era criar um visualizador de fotos dos Trending Topics do twitter alimentado pelo Flickr. Acho que eu deveria ter feito para procurar fotos do twitpic, pois ele não acha material muito relevante no Flickr. Pensei muito em tecnologia e não em problema dessa vez. Foi meu erro. Você pode ver o código e suas mudanças no Github.

Teve hacks bem legais usando dados públicos que o Pedro Valente deu a maior força pra fazerem.

E?

Dê uma olhada na Wiki e fotos do evento.

Espero que tenha no ano que vem. Vou deixar a VPS preparada dessa vez e levar uma ideia na cabeça ao invés de deixar pra pensar tudo lá. :D

Foi irado!

Como a Campus Party de 2009 foi ótima principalmente pelas amizades, fui novamente esse ano e, apesar de umas boas dores de cabeça (e de barriga), não me arrependi.

O que levei

Dessa vez levei 1 mochila com o Macbook e os equipamentos eletrônicos, uma com roupas e afins e outra com colchão inflável e coisas pra dormir.

Chegada

Fui de avião dessa vez pela Webjet (até Guarulhos) e tomei 2 ônibus (1 sendo da CP) e 2 metrôs (até a Sé e depois até Jabaquara).

Chegando no Centro de Exposições Imigrantes, mesmo lugar do ano passado, encontrei uns amigos que conheci na Campus Party 2009.

Depois de passar por uma fila gigantesca lá fora, passei pela fila de credenciamento, pela de cadastro de equipamento, pela fila para entrar na área de camping e outra para ver qual era minha barraca. Falei para os envolvidos colocar meu grupo de amigos em barracas próximas.

Em que área fiquei

Coloquei Desenvolvimento na credencial, mas fiquei quase o tempo todo na área de Software Livre com os amigos e passei as vezes na área de blogs para falar com os amigos do Rio.

Como estava o lugar

As cadeiras estavam mais confortáveis e o lugar estava mais colorido. O ponto negativo foi que estava entupido de propaganda. Quase não deram brindes. Senhores, o pessoal usa os brindes, usa as camisetas e tudo que vocês derem.

Garoteando na Campus Party
Na #CPartyBR como? Garoto.

Banheiros? Err..

Ano passado o pessoal da limpeza sempre limpava após o uso de alguém. Esse ano muitos vasos sanitários foram quebrados e estavam imundos. Foi tenso. Usei alguns vários papéis higiênicos nos assentos, senão não dava.

Comida? PQP!

Foi piorando a cada dia, não podia repetir (podia fazer um prato gigantesco e, assim, desperdiçar muita comida) e só tinha direito a beber uma lata pequena de refrigerante. Ano passado tinha suco, o pessoal sentiu falta. As sobremesas de 2009 também foram melhores. Tinha somente umas gelatinas esse ano.

Na manhã de sexta, mais de 7 amigos passaram mal. Eu passei MUITO mal. Acordei com a barriga doendo demais e, ao conseguir levantar, corri pro banheiro. Depois disso no Posto Médico, tomei um Buscopan. Depois do efeito do remédio, continuei mal até o dia seguinte. Depois dessa meus amigos e eu comemos esfihas do Habibs, pedimos pizzas e comemos no MegaMatte na área Expo que estava com os preços lá em cima.

Ah, o café da manhã eram 2 pães pequenos, um suco de caixa e uma fruta. A maioria dispensava o café da manhã. O café não era muito bom.

Matadouro de nerds
Matadouro de nerds

Deu pra dormir?

Esse ano levei um colchão inflável e cobertas decentes. Foi bem melhor. Ainda estava barulhento na área de camping.

Internet e P2P

Tava rápida mesmo, mas não fui lá pra isso. Baixei umas bobagens no último dia só pra não dizer que não baixei nada.

O programa P2P continuou sendo o DC++.

Jogos

Alguns amigos jogaram RockBand num telão sensacional.

Fernando jogando RockBand

Eu joguei um jogo de tiro num PS3 na área Expo (e ganhei =D) e Halo num Xbox 360.

Como estava a segurança

Parecia melhor que no ano passado. Sempre que entravam na área de camping ou saiam para Expo, olhavam o notebook e passavam detectores de metal. Olhavam bem mal as mochilas, acho que dava pra roubar fácil câmeras e afins.

Dizem que houveram roubos de notebooks, mas não confirmei essa história.

Palestras que assisti

As palestras continuaram difíceis de escutar, pois ficavam perto da outra e por causa das gritarias de “ôôôôôôôô” do pessoal que não estava assistindo às palestras.

Assisti a palestra sobre Yahoo! Query Language com o Pedro Valente. Eu já criei uma parada com YQL, mas resolvi ver o que tinham pra falar. Foi bem bacana e inspiradora. Mesmo sendo o serviço de uma empresa grande como o Yahoo!, tenho um certo medo de depender totalmente de um serviço deles.

Gostei das palestras do Edgar Damiani sobre Matemática para Não Matemáticos, Simbolismo nos Jogos, Matemática orientada à Computação Gráfica e Ogre e Princípios de Computação Gráfica. Na minha opinião foi um dos melhores palestrantes. Todas as palestras foram super legais, mas quando chegou nas de Computação Gráfica (foram em dias distintos), ele começou a demorar nas explicações e o sono bateu. Fui dormir.

Edgar Damiani palestrando
Edgar Damiani palestrando

Também assisti Cálculo de trânsito em tempo real: rastreamento e programação de rotas com Marcos Fredericce. Marcos falou bem por cima sobre os algoritmos usados no Porto Vias e que usam a localização e velocidade dos carros da Porto Seguro para os cálculos de trânsito. Eles não pensam em disponibilizar uma API do serviço e o site precisa de cadastro. Eles teriam muito mais usuários com um serviço mais aberto.

As palestras sobre startups no BarCamp foram bem legais. Assisti a da galera do Empreendemia sobre Como começar uma empresa e do Eric Santos sobre Lean Startup.

Desisti de ver a palestra do Kevin Mitnick, pois tinha lido boa parte de seu livro e, ao menos no começo, o conteúdo da palestra foi quase igual ao do livro.

Kevin Mitnick pedindo a mão de uma campuseira em casamento
Kevin Mitnick pedindo a mão de uma campuseira em casamento

A palestra do Scott Goodstein, marketeiro do Obama, foi interessante e com bonitos slides, claro. Falou que usou bastante as redes sociais e como os celulares, aka iPhone, foram importantes para a campanha.

Scott Goodstein palestrando
Scott Goodstein palestrando

Ia participar do iPhoneDevCamp, mas quando começou, um amigo e eu vimos que era só sobre como criar sites para iPhone. Achamos tosco e desistimos.

Um dia desses, eu tava usando o controle do Wii como mouse e deixando os amigos jogarem uns jogos de labirinto e o Alê Gomes, um palestrante, viu e disse que estava palestrando justamente sobre isso minutos atrás, Computação Ubíqua, e me convidou para um dojo sobre o Sun SPOT, um Arduino bombado e sem fio. Não conseguimos usá-lo, pois a SDK tentava baixar arquivos no site da Sun que estava inacessível dentro da Campus Party. Usei uma proxy pra baixar os arquivos, mas a SDK continuava não abrindo. Uma pena, parecia algo legal de hackear.

Sun SPOT

Se eu iria de novo?

Claro! Só pelos amigos que fiz novamente nessa Campus Party. É um lugar espetacular pra isso. O pessoal da Radio Blast, IRC, 4Linux, blogueiros, startupeiros, softwarelivreiros e phpzeiros.

Pedro Menezes e amigos na Campus Party

Acho que convenci uns phpzeiros e javeiros a darem uma boa olhada em Python e Django. :)

Veja mais fotos da Campus Party no meu Flickr.

E você, que foi ou não, o que achou da Campus Party?

Macbook Pro 13.3'' de alumínio

Ano retrasado quando o Google me chamou pra um seminário sobre o Ad Manager em sua sede em São Paulo (pics or it didn’t happen), dormi na casa de um primo que mora por lá. Conversa vai, conversa vem com ele, falei o quanto o iPod Touch que eu tenho tinha funcionalidades legais. Ele comentou que a Apple tinha plantado uma sementinha em mim, eu não acreditei.

Meses atrás, vi uma promoção de um Macbook Pro 13.3” de alumínio numa dessas lojas online, me encheram o saco e não resisti, comprei.

O bagulho é bom.

Configuração do meu Macbook

Eis a configuração do Macbook: Intel® CoreT 2 Duo 2.26GHz / 2GB / HD 160GB / Placa Gráfica NVIDIA GeForce 9400M com 256MB / Tela 13.3 Widescreen / Super Drive (Grava e Lê CD/DVD) / Webcam / Mac OS X v10.5 Leopard – Apple – MB990BZA.

Estranho que veio com o Leopard instalado e com o CD do Snow Leopard (o mais novo). Vi isso semanas depois, era novato na parada. De qualquer forma, não notei diferenças significativas.

A configuração não é muito diferente do meu antigo Dell Inspiron 1525. Eu estava mais interessado no Snow Leopard e no notebook em si quando comprei.

Acho que vou comprar 2 pentes de 2GB de memória. Quando vou trabalhar, quase uso os 2 GB que tenho. Tenso.

Como é o teclado

Logo que comprei, mudei a configuração do teclado para funcionar os acentos sem ter que recorrer a mil atalhos.

Desliguei a luz debaixo do teclado porque é muita viadagem (tem botões no teclado para ligar/desligar).

O teclado é bem macio e possui várias teclas de atalho para aumentar e diminuir a luz do monitor, opções para tocador de mídia e aumentar e diminuir volume do som.

Como é o trackpad multi-toque

Dá pra configurar vários atalhos como tocar para clicar (sem pressão), clique secundário, rolar texto, girar fotos, passar arquivos na visualização (tipo fotos), zoom da tela e outras coisas utilizando um ou mais dedos.

Como se usa outro monitor com o Mac

Você precisa comprar um Adaptador DVI Mini DisplayPort para VGA da Apple para conectar no cabo VGA do seu monitor e conectá-lo no Mac. Funciona sem dores de cabeça, só no bolso.

A bateria é boa?

A bateria é FUDEROSA. Costumo usar o Mac por mais de 4 horas sem estar na tomada. Coisa linda, cara.

Ele esquenta muito?

Quando você usa por um bom tempo (e dependendo do que estiver fazendo) não dá pra deixar no colo sem almofadas. Esquenta um bocado.

E essa Menu bar, como funciona?

Ao invés de cada ter um programa ter os menus dentro de suas janelas, elas ficam na menu bar do Mac OS. Você alterna os programas, e o menu se adapta.

Como instala programas

Você tem que baixar um arquivo e arrastar para a pasta Aplicativos. Sinto falta do instalador do Ubuntu, era bem mais prático.

Dá pra instalar programas pelo MacPorts (tipo o apt-get). Ele compila tudo e tal. Sou mil vezes o apt-get. Instalei o Gimp pelo MacPorts pra editar umas fotos, ele instalou várias dependências (várias mesmo) e quando fui desinstalar, ele não removeu as dependências. =/

Onde ficam os programas abertos

Na dock, aquela parada cheia de ícones que fica embaixo da tela. Dá pra você deixar uns programas ali para abrir como um atalho.

Eu escondo a dock e só uso pra ver os programas que estão abertos e abrir os últimos arquivos baixados.

Que outros programas legais tem pra Mac OS

  • Automator (já vem com o Mac) – você configura várias tarefas para serem executadas como redimensionar fotos, adicionar músicas no iPod e muitas outras
  • Dropbox – o melhor disco virtual do mundo.
  • Cyberduck – client de FTP e outras coisas.
  • Google Chrome – o navegador do Google. Substituí o FireFox pelo Chrome por dica do Pedro Teixeira da Intelie, onde faço estágio atualmente. Embora o Chrome para Mac não tenha extensões habilitadas, é bem mais leve que o FireFox.
  • FireFox – uso somente para trabalhar. Aliás, só uso por causa do Firebug.
  • Quicksilver – um excelente abridor de programas. Uso uma tecla de atalho, digito o que procuro, posso enviar arquivos via email e outras coisas. É excelente!
  • iChat – já vem com o Mac. Um client de IM que é possível compartilhar telas com outra pessoa tipo o VNC.
  • Photo Booth – para tirar fotos inúteis com a webcam e aplicar vários efeitos. Dá pra usar os efeitos com o iChat. É bem engraçado.
    Efeito no Photo Booth
  • iTunes – tocador de música e tudo mais. Só uso porque vem com o Mac OS e é bem integrado com o SO e pra sincronizar coisas com meu iPod Touch. Se tiverem sugestões de tocadores de música melhores, me avisem.
  • uTorrent – client de Bit Torrent que eu usava quando tinha Uindous. Bem leve e legal.
  • VLC Media Player – uso para assistir filmes.
  • Textmate – o editor que uso pra programar: simples, pago e sensacional. Cheio de atalhos e dá pra instalar várias coisas nele. Compre.
  • Dashboard, Exposé e Spaces – para abrir widgets, ver as janelas abertas e as áreas de trabalho virtuais respectivamente.
  • Virtualbox – para abrir a máquina virtual com Ubuntu. As vezes programo nele ou uso quando sinto falta do apt-get. Se eu tenho Windows? Faz muito tempo que não. =D
  • Finder – já vem com o Mac OS – para navegar em pastas e arquivos. Eu gosto de navegar no modo de colunas.
  • MindNode – para criar mapas mentais. Ficam bem bonitos, mas quando quero colaborar com alguém uso o Mindmeister e, quando quero viajar mais, uso papel e lápis de cor.
  • Time Machine – programa que já vem com o Mac OS, bem legal para fazer backups embora eu não use ainda.

E joguinhos, tem? :F

Nem jogo muito, baixei World of Goo e Braid que são bem simples. Se você quer jogar, use Windows.

Braid é muito legal e você vai quebrar a cabeça jogando. Compre. Dica da @bani.

Resumão
Tanto o Macbook quanto o Mac OS são bem legais e tem várias coisas que fazem o SO ser bem fácil (e agradável) de usar.

Os programas de terceiros costumam ser bem bonitos e fáceis de usar também. Algumas desenvolvedores fazem versões gratuitas e pagas. As pagas costumam ter funcionalidades extras babacas e bem inúteis.

Dá pra programar legal no Mac usando o TextMate e o Terminal. Migrar de Linux para Mac para mim foi bem fácil.

Você tem Mac? Que programas legais você usa? Diga pra mim, mermão!

Alguma dúvida? Pergunte!

Compre um Macbook Pro no Submarino.

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