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O cdto é um aplicativo que coloca um botão no Finder do Mac OS e que, ao ser clicado, abre o Terminal e dá cd no diretório aberto no Finder.

Como instalar o cdto

  • Baixe-o e descompacte-o;
  • Abra a pasta com o instalador correspondente à versão do seu Mac OS;
  • Arraste o aplicativo cdto para a pasta de Aplicativos do Mac OS;
  • Arraste o cdto da pasta Aplicativos para a barra de ferramentas de um Finder;
  • Pronto.

Como usar o cdto

  • Clique no ícone do cdto em uma janela do Finder;
  • Seja feliz.

O Homebrew é um gerenciador de pacotes para Mac OS muito melhor que o Mac Ports.

Melhor porque seus pacotes estão sempre atualizados. Os do MacPorts demoram séculos pra serem atualizados.

Ele é baseado em fórmulas.

Fórmulas são scripts Ruby com instruções sobre como baixar e compilar determinado pacote.

Onde os Pacotes são Instalados

Os pacotes normalmente são instalados em /usr/local/Cellar.

Logo depois são criados links simbólicos dos seus prefixos para os binários.

Como Instalar o Homebrew

  1. Instale o XCode, caso não o tenha feito ainda;
  2. Digite no Terminal: ruby -e “$(curl -fsS http://gist.github.com/raw/323731/install_homebrew.rb)”

Como Pegar pela Primeira Vez a Lista de Fórmulas do Homebrew e Atualizá-la

  1. Se não tiver o git ainda, instale-o e sinta vergonha de não ter feito isso antes;
  2. Digite brew update. Só isso.

Na primeira vez, ele baixará as fórmulas disponíveis.

Nas outra vezes, ele te mostrará os novos pacotes, os atualizados e os removidos.

Como Listar as Fórmulas Disponíveis

Basta digitar: brew search.

Exemplo de Instalação de um Pacote

Se quiser instalar o wget, basta fazer o seguinte: brew install wget.

A partir da fórmula do wget, o Homebrew:

  • instalará a libidn se passar –enable-iri como parâmetro;
  • baixará o código do wget da URL definida;
  • verificará a Hash MD5;
  • compilará;
  • instalará;
  • criará um link simbólico de wget pro binário.

Veja ao vivo:

Onde está Disponível a Lista de Comandos

Além do man brew, tem uma página na wiki do projeto.

Como se Cria Fórmulas e Como se Envia para o Autor

Acesse a página Formula Cookbook na wiki.

Lá tem tudo detalhado.

Curtiu? Espalhe!

Obrigado pela dica, sr. Jorge Falcon.

No dia 15 de maio de 2010 ocorreu o NoSQL Brasil, o 1º encontro sobre bancos de dados não relacionais no Brasil, organizado pelo Alexandre Porcelli em São Paulo.

Desenvolvedores no NoSQL Brasil

Desenvolvedores no NoSQLBrasil. Créditos: Henrique Bastos

Quem foi no NoSQL Brasil

Mais de 200 desenvolvedores compareceram para mostrar ao mundo que bancos de dados não são só SQL.

Assim como existem linguagens de programação que facilitam o desenvolvimento de determinada aplicação, existem bancos de dados (leia: SGBDs) que se encaixam melhor em um projeto.

NoSQL é sobre escolha.

Como estava a organização

Sensacional!

Porcelli teve ajuda de sua família e amigos.

Afinal, um evento que ia ter 40 pessoas tomando cerveja e conversando sobre NoSQL teve 200 pessoas e aconteceu num dia inteiro no Hotel Park Suites ITC na Vila Olímpia.

Os coffee breaks estavam muito bons em especial os pães de queijo. ;)

Quais foram as palestras

  • SQL anti patterns and NoSQL alternatives (Gleicon Moraes)

    Gleicon mostrou que você deve abrir a cabeça para a desnormalização.

    Uma apresentação recheada de exemplos do que você não deve fazer em bancos de dados relacionais e quais são algumas das opções para soluções racionais e elegantes.

  • Performance e simplicidade com Chave/Valor utilizando Redis (Luiz Fernando Teston)

    Redis é um banco de dados chave-valor rápido que guarda os dados na memória e persiste no disco de tempos em tempos.

    Me pareceu interessante para aplicações simples.

  • O papel do REST no Neo4J e CouchDB, um comparativo (Guilherme Silveira)

    Guilherme falou que devemos:

    • sempre desenvolver em camadas
    • evitar bater no banco de dados, devemos cachear tanto no client como no servidor. No máximo devemos ver se a informação cacheada é atual.
    • ter servidores stateless – não guardar dados de aplicação nos mesmos. Por exemplo: guardar dados de sessões de usuário no memcached.
    • aproveitar mais os cabeçalhos do HTTP como o de links
    • usar ETags para checar versões de dados.
  • Introdução ao MongoDB – direto da fonte! (Alberto Lerner)

    Alberto foi engenheiro do BigTable no Google e agora está começando na 10gen, empresa que criou o MongoDB.

    Ele deu uma introdução bem legal sobre o Mongo e como é possível escalá-lo.

  • Tio: um NoSQL made in Brasil (Rodrigo Strauss)

    Rodrigo apresentou seu projeto chamado Tio, um servidor de containers focado em publish/subscribe.

    Você pode criar servidores só mexendo no código do client.

    É possível criar um message Broker, servidor de fila e várias outras coisas.

  • Nas Nuvens com KVM, JBoss REST-Easy e InfiniSpan (Edgar Silva e Samuel Tauil)

    Os palestrantes falaram sobre mapeamento de verbos de serviços na web usando URIs (exemplo: /voos/atrasados/gru) e como usar usar Inifinispan como cache distribuído através de uma interface REST com o RESTEasy.

  • Divide et impera – Processamento massivo com Hadoop, Pig e HBase (Vinicius Carvalho)

    Vinicius falou que anda testando o Hadoop usando Pig na Amazon.

    Ele envia os dados pra Amazon S3 e executa o script Pig semanalmente com a Amazon Elastic MapReduce.

    Ele também disse que provavelmente não usaria Hadoop se não fosse pelas facilidades da Amazon.

    Hadoop é bem chato de instalar.

  • Estudo de caso: avaliando o Apache Cassandra como cache distribuído (Julio Viegas)

    Julio falou sobre como estão usando Cassandra como cache na SPC Brasil.

    Antes eram usados Ehcache e RMI.

    Sua equipe pesquisou o:

    • memcached – não usaram porque o failover era “manual”
    • Redis – não usaram porque tiveram problemas com chaves e memória. Isso os limitava.
    • Voldemort – não usaram porque tinha uma comunidade pequena

    Resolveram usar o Cassandra porque:

    • tem um bocado de gente grande que usa. Tipo o Digg, Rackspace e Twitter.
    • é tolerante à falhas
    • escala horizontalmente
    • é bem rápido

    Um ponto negativo (não é possível ter tudo num sistema distribuído) é que ele não é sempre consistente.

    Se ele buscar um certo dado em determinadas máquinas e não achar o que tem o timestamp mais recente, ele pode retornar uma versão antiga.

    Isso é difícil de acontecer, mas é possível definir quantas máquinas ele vai consultar.

    Quanto mais máquinas você buscar a informação, mais lenta fica a resposta, porém você ganha em consistência.

    Cassandra

    Cassandra é uma delicinha…

O que não foi legal

Porcelli fez de tudo pra acontecer o evento, logo teve que cortar algumas coisas.

Não tivemos acesso à interwebs.

Eu gostaria de ter testado os SGBDs enquanto os caras palestravam, mas não deu.

Fica como dever de casa. :)

Valeu a pena?

Claro, conteúdo e pessoal nota 10!

#HoraExtra sensacional no bar da esquina depois do evento com um monte de gente!

Mais uma coisa

Porcelli pagou boa parte do próprio bolso.

Mais de R$1000,00 em doações foram feitas durante o evento, mas não conseguimos tirá-lo do vermelho.

Participe da Vakinha para ajudar nosso amigo. ;)

Você curte bancos de dados não relacionais? Quais? Quer ver algum tutorial ou artigo sobre eles aqui no blog? Acha que é viagem?

Aloha, senhores, maior saudade de vocês! :}

Como meu projeto final da faculdade envolverá WebSockets, resolvi aprender fazendo um chatzinho com Node.Js e Sinatra. Talvez eu faça algo mais elaborado e escreva as experiências aqui no blog.

Achei legal essa parada de WebSockets e resolvi explorar outros recursos do HTML5 que são bem legais.

Selecionei uns sites pra compartilhar. Dêem uma olhada com carinho:

  1. Dive Into HTML5 ~ esse site bem ilustrado do Mark Pilgrim será publicado em formato de livro pela O’Reilly e tem um conteúdo bem legal
  2. HTML5 and The Future of the Web ~ artigo interessante da Smashing Magazine sobre as peculiaridades e onde é possível usar HTML5
  3. HTML5 presentation ~ slides interativos (feitos em HTML5) que mostram as funcionalidades do mesmo
  4. HTML5 Demos and Examples ~ algumas demos de aplicações feitas com HTML5
  5. HTML5 Tag Reference ~ referência feita pelo w3schools.com
  6. W3C HTML5 Specification ~ especificação oficial do HTML5 que está sendo escrita
  7. HTML5 MDC ~ mostra que recursos são suportados pela engine da Mozilla (Gecko)
  8. HTML5 Readiness ~ legal, mas não muito prático para ver quais navegadores suportam que recursos do HTML5
  9. The HTML5 Test ~ veja quais funcionalidades seu navegador atual suporta
  10. Canvas Demos ~ demos legais mostrando o que é possível fazer com Canvas
  11. Bônus: Canvas Tutorial ~ tutorial legal sobre Canvas escrito pelo pessoal da Mozilla

Tem alguma ideia legal que dá pra fazer com HTML5? Já usou sáparada? Onde? Acha que esse bagulho é doido? Conhece algum site legal sobre o assunto?

Compartilhe com a gente nos comentários! :D

Nos dias 20 e 21 de março, aconteceu o maior e mais fodástico evento de hacking do Brasil, o Yahoo! Hack Day.

Yahoo Hack Day - dia 1
Yahoo! Open Hack Day 2010 – Dia 1 por Crisfra.

O objetivo era construir aplicações em 24 horas com as APIs e ferramentas do Yahoo!.

Onde foi o Yahoo! Hack Day

No Senac de São Paulo, um lugar bem grande e aconchegante.

Teve:

  • comida (boa) de graça
  • banheiros (err, sem chuveiros)
  • vários puffes
  • brindes (camisa do Hack Day, bolsa e outras coisas)
  • wifi 0800 pela Xirrus e Cennatech
  • Tech Talks
  • ajuda do pessoal do Yahoo (todos gente fina e super fodas)
  • prêmios para os vencedores – iPod Touches, mochilas e outras coisas
  • vários nerds gente boa pra trocar ideias
  • videogames, totó e hockey de mesa pra descontrair

Como foram os projetos

Teve vários legais e alguns bem engraçados.

O que eu achei mais legal (e que ganhou) foi o F1 Stats, uma aplicação bem legal pra visualizar os resultados da Fórmula 1.

O Slide Meme da amiga Bani J. e Chester foi bem interessante. É um bookmarklet pra converter os slides do Slideshare em gif e enviar para o Yahoo! Meme.

O projeto do meu grupo foi ideia do Lucas Amorim, o Espertim, que busca os tweets mais relevantes em um evento. Ele está disponível no Github.

Fiz um projetinho no último dia, o Trending Pics, meu objetivo era criar um visualizador de fotos dos Trending Topics do twitter alimentado pelo Flickr. Acho que eu deveria ter feito para procurar fotos do twitpic, pois ele não acha material muito relevante no Flickr. Pensei muito em tecnologia e não em problema dessa vez. Foi meu erro. Você pode ver o código e suas mudanças no Github.

Teve hacks bem legais usando dados públicos que o Pedro Valente deu a maior força pra fazerem.

E?

Dê uma olhada na Wiki e fotos do evento.

Espero que tenha no ano que vem. Vou deixar a VPS preparada dessa vez e levar uma ideia na cabeça ao invés de deixar pra pensar tudo lá. :D

Foi irado!

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